Histopatologia veterinária em Fortaleza
Analisa um pedaço do tecido (biópsia) ou a peça retirada em cirurgia. Como mostra a organização do tecido, e não só células soltas, costuma dar o diagnóstico definitivo — por exemplo, se uma neoplasia é benigna ou maligna e se foi totalmente removida.
5 a 7 dias úteis após a entrada da amostra
O que você precisa saber
A amostra é um pedaço do tecido ou a peça retirada na cirurgia. Como mostra a organização das células, costuma dar o diagnóstico definitivo. O resultado sai em 5 a 7 dias úteis; casos que precisam de colorações especiais ou exames complementares podem levar mais tempo.
O laudo vai para o veterinário que pediu o exame. É ele quem explica o resultado e indica o tratamento.
Qual a diferença entre citologia e biópsia?
A citologia avalia células soltas, coletadas geralmente com uma agulha fina — é rápida e pouco invasiva, ótima para triagem. A biópsia (histopatologia) avalia um pedaço do tecido, mostrando como as células estão organizadas; por isso costuma dar o diagnóstico definitivo. O veterinário escolhe o exame mais adequado para cada caso, e às vezes os dois são usados em sequência.
O laudo fala em “neoplasia” ou “tumor”. Isso quer dizer câncer?
Não necessariamente. “Tumor” quer dizer apenas aumento de volume, que pode ser causado por inflamação, cisto, hiperplasia ou neoplasia. E a neoplasia, por sua vez, pode ser benigna ou maligna. O laudo informa o tipo e, quando se aplica, o grau e as margens cirúrgicas. Quem explica o que isso significa para o seu animal é o veterinário que o acompanha, relacionando o resultado com o exame clínico e o histórico.
Informações técnicas
- Biópsias incisionais e excisionais, peças cirúrgicas e mastectomias
- Avaliação de margens cirúrgicas e graduação histológica de neoplasias
- Fragmentos de órgãos colhidos em necropsia
O que o laudo informa
- Diagnóstico histopatológico (tipo da lesão)
- Graduação histológica, quando aplicável
- Avaliação das margens cirúrgicas, quando a peça é enviada para esse fim
Como coletar e enviar
- Coloque a amostra em formol a 10% (de preferência tamponado) logo após a coleta.
- Use cerca de 10 partes de formol para 1 parte de tecido — o volume de formol deve ser bem maior que o da peça.
- Prefira frascos de boca larga e bem vedados: a peça endurece no formol e pode não sair por bocas estreitas.
- Peças grandes: faça cortes paralelos de cerca de 1 cm, sem separar totalmente, para o formol penetrar.
- Para avaliação de margens, envie a peça inteira e informe na requisição; se possível, marque a orientação (ex.: um ponto de sutura em uma das bordas).
- Lesões diferentes vão em frascos separados e identificados.
- Transporte em temperatura ambiente. Não congele e não refrigere a amostra em formol.
Identificação e requisição
- Todo frasco ou porta-lâminas deve ter nome do paciente e do tutor.
- Preencha a requisição online, ou envie a requisição impressa junto com a amostra.
- Informe espécie, raça, sexo e idade, localização e tamanho da lesão, tempo de evolução e suspeita clínica.
- Mencione exames e tratamentos anteriores (ex.: uso de corticoide, quimioterapia, biópsias prévias).
Vocês fazem segunda opinião e revisão de casos?
Sim. Revisamos casos já diagnosticados, inclusive por outros laboratórios, quando se quer uma segunda opinião. Fale com a gente pelo WhatsApp para combinar o envio do material (como lâminas e blocos) e das informações clínicas do caso.
O próximo diagnóstico começa com uma boa conversa.
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