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Fortaleza e Região Metropolitana (85) 99183-2120 labo.ifvet@gmail.com
Patologia veterinária · Fortaleza-CE

Clareza no diagnóstico, para quem trata e para quem cuida.

Analisamos as amostras que o veterinário coleta do seu animal — em citologias, biópsias e necropsias — e entregamos um laudo claro, que ajuda a escolher o melhor tratamento.

Como podemos ajudar você?

Cão de pelagem clara no colo durante atendimento veterinário
4,9 no Google57 avaliações

Prazos de liberação

contados a partir da entrada da amostra
Citologia
1 dia útil
Histopatologia (biópsia)
5 a 7 dias úteis
Congelação, durante a cirurgia
Na hora
Necropsia
15 a 20 dias úteis
Nossos exames

O que cada exame faz, em palavras simples.

Cada card traz uma explicação simples sobre o exame e, logo abaixo, as informações práticas para o veterinário.

Exame citológico

Citologia

Avalia células coletadas com agulha fina, raspado ou “carimbo” da lesão, espalhadas em lâminas de vidro. É rápido, pouco invasivo e muitas vezes feito sem anestesia. Ajuda o veterinário a entender se um aumento de volume é inflamação, cisto ou neoplasia e a decidir os próximos passos.

Para o veterinário
  • Punção aspirativa por agulha fina (PAAF) de nódulos, linfonodos e órgãos
  • Citologia de pele, otológica, de mucosas e imprint de lesões
  • Líquidos cavitários, lavados e outros fluidos

1 dia útil após a entrada da amostra

Saiba mais sobre citologia
Biópsia

Histopatologia

Analisa um pedaço do tecido (biópsia) ou a peça retirada em cirurgia. Como mostra a organização do tecido, e não só células soltas, costuma dar o diagnóstico definitivo — por exemplo, se uma neoplasia é benigna ou maligna e se foi totalmente removida.

Para o veterinário
  • Biópsias incisionais e excisionais, peças cirúrgicas e mastectomias
  • Avaliação de margens cirúrgicas e graduação histológica de neoplasias
  • Fragmentos de órgãos colhidos em necropsia

5 a 7 dias úteis após a entrada da amostra

Saiba mais sobre histopatologia
Congelação

Biópsia transcirúrgica

Feita durante a cirurgia, no próprio centro cirúrgico: nosso patologista vai até o local e trabalha junto com o cirurgião. Um fragmento da lesão é congelado e analisado na hora, e a resposta sai ainda durante o procedimento — por exemplo, se as margens estão livres ou se é preciso ampliar a retirada. Depois, a peça segue para a histopatologia de rotina, que confirma o diagnóstico.

Para o veterinário
  • Realizada in loco, no centro cirúrgico, junto com o cirurgião
  • Avaliação intraoperatória de margens cirúrgicas e da natureza da lesão
  • Agendamento prévio com a equipe

Resposta durante a cirurgia

Saiba mais sobre biópsia transcirúrgica
Exame pós-morte

Necropsia

É o exame feito após o falecimento do animal para entender o que causou a morte. Traz respostas para a família e para o veterinário e pode proteger outros animais da casa ou do rebanho quando há suspeita de doença transmissível ou intoxicação.

Para o veterinário
  • Exame macroscópico completo com coleta de fragmentos para histopatologia
  • Determinação da causa mortis e de doenças concomitantes
  • Contato prévio com a equipe para combinar o recebimento

15 a 20 dias úteis (inclui a análise microscópica dos órgãos)

Saiba mais sobre necropsia
Laboratórios parceiros

Exames complementares

Em alguns casos, são necessários exames extras para fechar o diagnóstico, identificar um microrganismo ou ajudar na escolha do tratamento. Esses exames são realizados por laboratórios parceiros; fale com a gente para saber como solicitar.

Para o veterinário
  • Imuno-histoquímica e colorações especiais
  • Cultura fúngica e cultura bacteriana com antibiograma
  • PCR e PARR (clonalidade de linfócitos)

Prazo conforme o exame e o laboratório parceiro

O IFVET é especializado em anatomia patológica. Não realizamos hemograma nem exames de sangue, mas eles ajudam muito na interpretação: vale enviá-los junto com a requisição.

Para tutores

Da coleta ao laudo: como funciona.

Seu veterinário pediu um exame e a amostra veio para o IFVET? Veja o caminho que ela percorre até virar um laudo.

  1. 1

    O veterinário coleta a amostra

    Na consulta ou na cirurgia, o veterinário do seu animal escolhe o exame, coleta o material e preenche a requisição com o histórico clínico.

  2. 2

    A amostra chega ao IFVET

    Buscamos na clínica pelo nosso serviço volante (Fortaleza e Região Metropolitana) ou recebemos no laboratório. Cada caso recebe um número de protocolo, que identifica o exame do começo ao fim.

  3. 3

    Nossos patologistas analisam

    A amostra é processada e avaliada ao microscópio por médicos-veterinários patologistas. Casos mais complexos são conferidos por mais de um patologista.

  4. 4

    O laudo é liberado

    O laudo fica disponível em formato digital, na nossa Área do Cliente, e o veterinário é avisado assim que ele é liberado.

Quem recebe o laudo?

Depende de como a amostra chegou até nós.

Exame pedido por uma clínica ou hospital

O laudo é enviado ao veterinário que pediu o exame. Ele conhece o histórico do seu animal e vai explicar o resultado para você — assim você recebe a notícia e já sai com o próximo passo definido.

Amostra entregue por você no laboratório (atendimento particular)

Cadastramos seu e-mail no balcão e avisamos quando o laudo estiver pronto. O número do protocolo e o código de acesso vêm no e-mail de aviso (ou pelo WhatsApp). Depois, é só levar o laudo na consulta com o veterinário do seu animal.

Quem interpreta o resultado e define o tratamento é o veterinário que acompanha o seu animal.

Glossário de termos do laudo
Para médicos-veterinários

Uma rotina simples para a sua clínica.

Você cuida do paciente; nós transformamos a amostra em uma resposta útil para a sua conduta, com a possibilidade de discutir o caso com quem fez o laudo.

Serviço volante em Fortaleza e Região Metropolitana

  1. 1

    Preencha a requisição online

    Informe dados do tutor e do paciente, localização e aspecto da lesão, tempo de evolução, suspeita clínica e tratamentos prévios. Um bom histórico faz diferença no diagnóstico.

    Abrir requisição
  2. 2

    Acondicione a amostra

    Siga as orientações de envio abaixo: formol na proporção correta, lâminas secas ao ar e tudo identificado.

  3. 3

    Combine a coleta ou traga ao laboratório

    Nosso serviço volante busca as amostras na sua clínica em Fortaleza e Região Metropolitana. Combine o horário pelo WhatsApp.

    Chamar no WhatsApp
  4. 4

    Acompanhe na Área do Cliente

    Veja todos os casos da clínica, o status de cada exame e a previsão de liberação. Quando o laudo sai, você recebe o aviso e baixa o PDF.

    Área do Cliente
  5. 5

    Discuta o caso com o patologista

    Ficou alguma dúvida sobre o laudo ou sobre a conduta? Nossa equipe está disponível para conversar sobre o caso. Também fazemos segunda opinião e revisão de casos.

Guia rápido

Como enviar as amostras

Uma amostra bem acondicionada é metade do diagnóstico. Toque em cada item para ver as orientações.

Histopatologia (biópsias e peças cirúrgicas)
  • Coloque a amostra em formol a 10% (de preferência tamponado) logo após a coleta.
  • Use cerca de 10 partes de formol para 1 parte de tecido — o volume de formol deve ser bem maior que o da peça.
  • Prefira frascos de boca larga e bem vedados: a peça endurece no formol e pode não sair por bocas estreitas.
  • Peças grandes: faça cortes paralelos de cerca de 1 cm, sem separar totalmente, para o formol penetrar.
  • Para avaliação de margens, envie a peça inteira e informe na requisição; se possível, marque a orientação (ex.: um ponto de sutura em uma das bordas).
  • Lesões diferentes vão em frascos separados e identificados.
  • Transporte em temperatura ambiente. Não congele e não refrigere a amostra em formol.
Biópsia transcirúrgica (congelação) — feita no local
  • Não é preciso enviar amostra: nosso patologista vai até o centro cirúrgico e realiza o exame in loco, junto com o cirurgião.
  • Agende com antecedência pelo WhatsApp, informando data, horário, endereço da clínica e o tipo de cirurgia.
  • Conte o que precisa ser respondido durante o procedimento (avaliação de margens, natureza da lesão).
  • Depois da cirurgia, a peça vai em formol para a histopatologia de rotina, que confirma o diagnóstico.
Citologia (lâminas e líquidos)
  • Use lâminas limpas e identifique a lápis, na parte fosca, o nome do paciente e o local da coleta.
  • Faça esfregaços finos e deixe secar ao ar rapidamente. Não fixe no calor.
  • Sempre que possível, envie de 2 a 4 lâminas por lesão, identificando cada local separadamente.
  • Nunca envie lâminas junto com frascos de formol, nem no mesmo saco: o vapor do formol estraga a coloração.
  • Envie em porta-lâminas, protegidas de umidade e calor. Não refrigere as lâminas.
  • Líquidos (efusões, lavados): envie o fluido em tubo com EDTA (tampa roxa), refrigerado, junto com lâminas preparadas na hora.
Necropsia
  • Entre em contato antes para combinarmos o recebimento.
  • Se o corpo puder chegar ao laboratório até o dia seguinte ao óbito, mantenha-o refrigerado (2 a 8 °C).
  • Se não for possível enviar até o dia seguinte, congele: depois de cerca de 48 horas sob refrigeração, a autólise (degradação natural dos tecidos) já compromete muito o exame.
  • Corpo congelado deve ser enviado o quanto antes: muitos dias no congelador (4 a 7 dias ou mais) geram artefatos de congelamento que também atrapalham a análise.
  • Envie o histórico clínico, exames anteriores e medicamentos utilizados.
Identificação e requisição
  • Todo frasco ou porta-lâminas deve ter nome do paciente e do tutor.
  • Preencha a requisição online, ou envie a requisição impressa junto com a amostra.
  • Informe espécie, raça, sexo e idade, localização e tamanho da lesão, tempo de evolução e suspeita clínica.
  • Mencione exames e tratamentos anteriores (ex.: uso de corticoide, quimioterapia, biópsias prévias).
Área do Cliente

Seu laudo, disponível on-line e com segurança.

Os laudos ficam guardados em ambiente protegido e só podem ser abertos por quem tem acesso ao caso.

Tutores — atendimento particular

Entre com o número do protocolo e o código de acesso de 6 caracteres, enviados no e-mail de aviso ou pelo WhatsApp.

Clínicas e veterinários

Entre com e-mail e senha e veja todos os casos enviados, o status e a previsão de liberação.

Glossário

Termos que costumam aparecer nos laudos.

Um pequeno glossário para ajudar você a entender o laudo e a conversa com o veterinário. Ele explica palavras; não substitui a avaliação do caso.

Aumento de volumeo “tumor”, “caroço” ou “nódulo”
Inflamação
Cisto
Hiperplasia
Neoplasia
BenignaMaligna (câncer)
não são neoplasias
Um aumento de volume pode ter várias causas. Só o exame mostra qual delas é — e nem toda neoplasia é câncer.

Quando aparece um “caroço”

Tumor (aumento de volume) · Processo inflamatório · Cisto · Hiperplasia
Tumor (aumento de volume)
Na linguagem médica, “tumor” quer dizer apenas aumento de volume — o que se costuma chamar de caroço, nódulo ou massa. Ele pode ser causado por inflamação, cisto, hiperplasia ou neoplasia. Só o exame mostra qual é a causa.
Processo inflamatório
Reação de defesa do organismo a infecção, alergia, trauma ou corpo estranho. Pode formar um aumento de volume (um “tumor”), mas não é neoplasia.
Cisto
Cavidade fechada, com conteúdo líquido ou pastoso. Também pode aparecer como um aumento de volume, mas não é neoplasia.
Hiperplasia
Aumento do número de células normais de um tecido, geralmente em resposta a algum estímulo. Não é neoplasia.

Sobre as neoplasias

Neoplasia · Neoplasia benigna · Neoplasia maligna (câncer) · Metástase · Grau histológico · Margens cirúrgicas
Neoplasia
Proliferação anormal de células, que crescem sem obedecer aos controles normais do organismo. Pode ser benigna ou maligna — por isso, neoplasia não é sinônimo de câncer.
Neoplasia benigna
Cresce apenas no local, em geral de forma mais lenta e delimitada, e não se espalha para outros órgãos. Muitas vezes a cirurgia resolve.
Neoplasia maligna (câncer)
Pode invadir os tecidos vizinhos e se espalhar para outros órgãos. O tratamento e o prognóstico dependem do tipo e do grau.
Metástase
Quando células de uma neoplasia maligna se espalham e passam a crescer em outro órgão.
Grau histológico
Classificação usada em algumas neoplasias para indicar o quanto tendem a ser agressivas. Ajuda o veterinário a planejar o tratamento.
Margens cirúrgicas
São as bordas do tecido retirado. “Livres”: não foram vistas células da neoplasia nas bordas. “Comprometidas”: a neoplasia chega até a borda, e pode ter ficado uma parte no animal.

Expressões comuns no laudo

“Compatível com” / “sugestivo de” · Amostra não diagnóstica (“inconclusivo”)
“Compatível com” / “sugestivo de”
Usadas quando os achados apontam fortemente para um diagnóstico, mas a confirmação pode depender de outro exame. São comuns na citologia.
Amostra não diagnóstica (“inconclusivo”)
Quando o material não tem células suficientes ou representativas para concluir, o resultado costuma vir como “inconclusivo”. Não é um erro — acontece — e pode ser preciso repetir a coleta.
Nosso laboratório

Venha nos conhecer na Parquelândia.

Recebemos amostras, tutores e colegas veterinários no nosso espaço em Fortaleza. Toda a análise é feita por médicos-veterinários patologistas.

Recepção do IFVET, com balcão branco, paredes em azul e o logotipo do laboratório
Recepção do IFVET

Endereço

Rua Professor Raimundo Vítor, 80 – Parquelândia, Fortaleza-CE, CEP 60450-115

Abrir no Google Maps

Aberto de segunda a sábado. Ver horários

Micrótomo de congelação com amostra de tecido pronta para o corte
Micrótomo de congelação
Patologista preparando uma amostra no micrótomo
Preparo da amostra para o corte
Patologista aplicando gás refrigerante no micrótomo
Congelamento da amostra com gás refrigerante
Quem está por trás dos laudos

Patologistas que conversam com você.

Somos uma equipe de médicos-veterinários patologistas comprometida com diagnósticos precisos e com uma relação próxima com clínicas e tutores.

Foto de Fábio Ranyeri
Médico-veterinário patologista

Fábio Ranyeri

Graduado pela UECE e residente em Anatomia Patológica Veterinária pela UnB. Atua em diagnóstico citológico, histopatológico e necroscópico. CRMV-CE 3117.

Foto de Ismael Lira Borges
Médico-veterinário patologista · MSc. · Responsável técnico

Ismael Lira Borges

Graduado pela UECE, com residência e mestrado em Patologia Animal. Atua em citopatologia, histopatologia, oncologia e necropsia. CRMV-CE 2596.

Quem confia no IFVET

Confiança construída em cada parceria.

4,957 avaliações no Google
Profissionais excelentes, tenho confiança total no trabalho executado! Serviço ágil e comunicação excelente com os patologistas.
Andressa PanassolAvaliação no Google
Patologistas que passam confiança no diagnóstico de cada exame! Super recomendo!
Thais NegreirosAvaliação no Google
Ótimo atendimento. Entrega de laudos super-rápido.
Débora FerreiraAvaliação no Google
Dúvidas frequentes

Perguntas que ouvimos todos os dias.

Qual a diferença entre citologia e biópsia?

A citologia avalia células soltas, coletadas geralmente com uma agulha fina — é rápida e pouco invasiva, ótima para triagem. A biópsia (histopatologia) avalia um pedaço do tecido, mostrando como as células estão organizadas; por isso costuma dar o diagnóstico definitivo. O veterinário escolhe o exame mais adequado para cada caso, e às vezes os dois são usados em sequência.

Quanto tempo demora o resultado?

Citologia: 1 dia útil. Biópsias (histopatologia): 5 a 7 dias úteis. Necropsia: 15 a 20 dias úteis. Os prazos contam a partir da entrada da amostra no laboratório. Casos que precisam de colorações especiais, recortes adicionais ou exames complementares podem levar mais tempo. Na Área do Cliente é possível ver a previsão de liberação de cada exame.

Como eu acesso o laudo do meu animal?

Se o exame foi pedido por uma clínica, o laudo vai para o veterinário que fez o pedido, e é com ele que você conversa sobre o resultado. Se você trouxe a amostra diretamente ao IFVET, avisamos por e-mail quando o laudo estiver pronto; o número do protocolo e o código de acesso vêm nesse e-mail (ou pelo WhatsApp), e você entra na Área do Cliente com eles.

Por que o laudo foi para o veterinário e não para mim?

Quando o exame é solicitado por uma clínica, o laudo é um documento técnico endereçado ao veterinário responsável pelo caso. Ele conhece o histórico do seu animal e vai explicar o que o resultado significa na prática e qual é o próximo passo.

O laudo fala em “neoplasia” ou “tumor”. Isso quer dizer câncer?

Não necessariamente. “Tumor” quer dizer apenas aumento de volume, que pode ser causado por inflamação, cisto, hiperplasia ou neoplasia. E a neoplasia, por sua vez, pode ser benigna ou maligna. O laudo informa o tipo e, quando se aplica, o grau e as margens cirúrgicas. Quem explica o que isso significa para o seu animal é o veterinário que o acompanha, relacionando o resultado com o exame clínico e o histórico.

Posso levar a amostra direto ao laboratório?

Sim. A amostra precisa ter sido coletada por um veterinário e estar acondicionada corretamente. No balcão fazemos o cadastro, informamos o protocolo e registramos seu e-mail para avisar quando o laudo estiver pronto.

Quando a necropsia é indicada?

Quando se quer entender a causa do falecimento — especialmente em mortes súbitas, suspeita de intoxicação ou de doença que possa afetar outros animais da casa. Sabemos que é um momento delicado. Em geral, o corpo deve ser refrigerado se puder chegar ao laboratório até o dia seguinte, e congelado se o envio for demorar mais. O veterinário do seu animal ou a nossa equipe orientam cada caso.

O IFVET faz hemograma e exames de sangue?

Não. O IFVET é especializado em anatomia patológica: citologia, histopatologia e necropsia. Hemograma, bioquímicos e outros exames de patologia clínica são feitos por laboratórios de análises clínicas. Se já houver exames de sangue, vale enviá-los junto com a requisição — eles ajudam na interpretação do caso.

Como funciona a coleta das amostras na clínica?

Temos um serviço volante que busca as amostras nas clínicas de Fortaleza e Região Metropolitana. Combine pelo WhatsApp.

Como agendar uma biópsia transcirúrgica (congelação)?

Fale com a gente pelo WhatsApp com antecedência, informando data, horário e endereço da cirurgia e o que precisa ser avaliado (margens, natureza da lesão). Nosso patologista vai até o centro cirúrgico e faz o exame no local, junto com o cirurgião — não é preciso enviar amostra. Depois, a peça segue em formol para a histopatologia de rotina.

Vocês fazem segunda opinião e revisão de casos?

Sim. Revisamos casos já diagnosticados, inclusive por outros laboratórios, quando se quer uma segunda opinião. Fale com a gente pelo WhatsApp para combinar o envio do material (como lâminas e blocos) e das informações clínicas do caso.

Vocês fazem imuno-histoquímica, cultura, PCR e PARR?

Esses exames são realizados por laboratórios parceiros. Fale com a gente para saber como solicitar e qual amostra enviar.

Como a clínica acessa os laudos?

Cada clínica tem um login (e-mail e senha) na Área do Cliente. Lá aparecem todos os casos enviados, com status, previsão de liberação e o PDF do laudo assim que ele é liberado. Ainda não tem acesso? Solicite pelo WhatsApp ou e-mail.

Posso discutir um caso com o patologista?

Sim. Consideramos a conversa entre clínico e patologista parte do diagnóstico. Entre em contato pelo WhatsApp informando o número do protocolo.

Quais são os valores e as formas de pagamento?

Os valores variam conforme o exame e o tipo de atendimento. Fale com a nossa equipe pelo WhatsApp para receber a informação atualizada.

Fale com a gente

O próximo diagnóstico começa com uma boa conversa.

Clínicas, hospitais e tutores em atendimento particular: fale com a nossa equipe para tirar dúvidas sobre exames, combinar a coleta de amostras ou discutir um caso.

Conversar pelo WhatsApp
Telefone e WhatsApp(85) 99183-2120E-maillabo.ifvet@gmail.comInstagram@ifvetlab
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Horário de atendimentoSegunda a sexta8h30 às 17h30Sábado9h às 13hDomingo e feriadosFechado
Coleta de amostras (serviço volante)Fortaleza e Região Metropolitana